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sexta-feira, 19 de agosto de 2011

Guerrilha do tricô invade espaços urbanos na região de Frankfurt

Guerrilheiros do tricô mantêm o anonimatousando máscaras
A estátua do trabalhador do cais, em Frankfurt, com meias novas
Galhos de árvores também são bons espaços de exibição
Nem a lixeira escapa










A chamada guerrilla knitter, ou "guerrilha do tricô", nasceu nos EUA como uma forma leve de protesto. E hoje ajuda a colorir os locais e monumentos públicos também do outro lado do Atlântico.
A estátua do trabalhador do cais, às margens do rio Meno, está reluzindo ao sol. Ela está descoberta, mas isso está prestes a mudar. Bastam algumas tricotadas e alguns nós e, em pouco tempo, a estátua estará usando meias de listras coloridas.

Uma militante da guerrilla knitter (guerrilha do tricô), conhecida como Strick Puttis, fez as meias em casa – agora ela só precisa colocá-las nas pernas da estátua. Ela e o restante de seu grupo de tricoteiros encaram a missão de levar um pouco de cor ao panorama cinzento de Frankfurt.

Striktik, outro guerrilheiro do tricô de Frankfurt, expõe suas criações em semáforos, postes de luz e bancos de parques. Como todo guerrilheiro que se preze, ele prefere permanecer anônimo e esconder o rosto atrás de uma máscara – que ele mesmo tricotou, claro.

Desde janeiro, guerrilheiros do tricô e crochê têm espalhado o colorido de suas lãs pela região dos rios Reno e Meno, no sudoeste da Alemanha. O objetivo é fazer dos espaços públicos ambientes um pouco mais agradáveis, mais coloridos e menos sem-graça.

A quem pertence a cidade?
O que pode parecer uma brincadeira na verdade é um movimento político. Verena Kuni, professora de Cultura Visual no Instituto de Educação Artística na Universidade Goethe, em Frankfurt, explica que a guerrilla knitter é uma forma leve de protesto.

"Ela alivia o ambiente", diz Kuni. "Quando as pessoas ficam mais relaxadas e passam a prestar atenção ao que elas veem, podem até achar isso engraçado ou ficarem surpresas num primeiro momento. Mas depois elas começam a perceber que há alternativas para as normas."

Segundo a professora, cobrir objetos da esfera pública com tricô pode levantar questões sobre quem detém a propriedade do espaço público.

Guerrilheiros do tricô, como Striktik ou Strick Puttis, não necessariamente conseguem responder a essas perguntas, mas podem simplesmente gostar de tricô e, com ele, dar uma nova cara à cidade. Os ativistas encontram-se regularmente para criar novos designs. O grupo está aberto a novos integrantes, e todo mundo é encorajado a levar seus trabalhos a sinais de trânsito, postes de luz e árvores.

Movimento norte-americano
O movimento é originário dos EUA – na loja de Madga Sayeg, mais precisamente. Ela é conhecida como a mãe de todos os guerrilheiros do tricô e inicialmente queria apenas fazer propaganda de sua loja, promovendo pequenas atividades de tricô em público.

Para Kuni, isso mostra como o movimento de tricô de rua pode ter amplos significados. "Pode ser qualquer coisa, desde deixar o seu bairro mais bonito até uma declaração política."

Na opinião da professora, os participantes não são apenas movidos pelo aspecto da arte de rua, mas sim pela experiência "faça-você-mesmo" (do-it-yourself). Projetos semelhantes, como a guerrilha da jardinagem e a agricultura urbana, ganharam as ruas, especialmente de grandes cidades, alguns anos atrás.

A guerrilha de tricô também tem um elemento de enclausuramento, explica Kuni. "As pessoas querem se retirar do mundo real e entrar num mundo onde tudo é mais aconchegante, onde a qualidade realmente importa; um mundo no qual as pessoas verdadeiramente produzam com as próprias mãos", diz ela.

Os guerrilheiros do tricô também aprendem muito sobre velhas técnicas usadas por suas avós. E muito é aprendido sobre o processos de produção, o que pode ter implicações políticas, acrescentou Kuni.


Para os cientistas culturais, essa tendência "faça-você-mesmo" é mais que uma moda passageira. Por trás dos postes, galhos de árvores e bancos de parques cobertos com cachecóis, chapéus ou polainas, há a vontade de se criar com as próprias mãos para produzir algo único e de valor.

"O fato de o produto final não ser perfeito – ter uma parte meio desfiada ou uns pontos tortos – faz com que tenha mais charme", acredita Kuni. Essa aceitação do imperfeito torna mais fácil superar inibições e colocar aquela luva tricotada em casa no parquímetro da esquina.

Autor: Bianca von der Au (ms)
Revisão: Alexandre Schossler



terça-feira, 14 de junho de 2011

Casa Cor, aberta na Fiateci



Quem se interessa pelo mercado de decoração pode desfrutar de 67 ambientes abertos para visitação até 19 de julho na Capital, com as tendências do setor. Trata-se da 20ª Casa Cor Rio Grande do Sul, exposição com projetos de 103 profissionais. São Loft, espaços residenciais, comerciais e funcionais montados no prédio original da Companhia Fiação e Tecidos Porto-Alegrense (Fiateci), na Rua Voluntários da Pátria, no 4º Distrito da Capital.
- O diferencial é o local, que propiciou um evento grande e grandioso – diz o diretor de Casa Cor Rio Grande do Sul, Valdecir Santos.
O empresário se refere aos pavilhões da antiga fábrica fundada em 1891, prédio listado para tombamento no inventário de bens de interesse cultural de Porto Alegre, com 10 mil metros quadrados ocupados pela Casa Cor. A indústria de tecidos, que dia 6 de gosto completa 120 anos, funcionou no local até abril de 2010, quando a produção foi transferida para Canoas, em prédio projetado pelo arquiteto Thomas Burger, onde opera também uma loja de fábrica, com total de 100 funcionários. O diretor-presidente da Fiateci, Annibal Beck, desde 1986 na empresa, destaca o caráter de sustentabilidade da obra: há quesitos de economia de energia, reaproveitamento de água no processo industrial e troca de caldeira a óleo por equipamento movido a biomassa.
Criado sob o tema nacional de Casa Cor, Dia a Dia com Tecnologia e Sustentabilidade, o evento da franquia gaúcha é realizado na Fiateci com a maioria dos espaços com propostas de interiores. Apenas um ambiente de lounge ocupa uma área dentro do Moinhos Shopping, numa extensão da mostra.
Passado e futuro
Saber o futuro dos imóveis onde são realizadas exposições de arquitetura e decoração é um desejo recorrente dos visitantes. Neste caso, a curiosidade é rapidamente sanada ao final do percurso, encerrado com um plantão de vendas, local para conhecer o projeto arquitetônico previsto: uma combinação de retrofit – a volumetria dos prédios centenários será preservada – e arquitetura nova para dar origem ao Rossi Fiateci no terreno de 36 mil metros quadrados. Dentro do movimento de revitalização do 4º Distrito, o empreendimento combina a restauração do prédio histórico da fábrica com o novo projeto, com efeito de características similares a edifícios revitalizados em bairros distantes de metrópoles como Puerto Madero, em Buenos Aires, e Soho, em Nova York.
Compõem o projeto três torres residenciais e uma comercial, com total de 432 unidades de lofts e apartamentos, de dois e três dormitórios, com churrasqueira, sacada, suíte e opção de living estendido, 158 salas e mais lojas. Na área de lazer, a piscina tem raia de 25 metros, o bar da piscina é equipado com forno de pizza e parrilla e ainda tem spa, fitness, tenda zen, espaço business, miniciclovia, playground, quadra esportiva, mais facilidades como pub, lavanderia e rede wi-fi nas áreas comuns. É o passado morando no futuro.
Serviço
O que: Casa Cor Rio Grande do Sul
Quando: Até 19 de julho, de terças-feiras a domingos
Onde: Rua Voluntários da Pátria, 3085, Porto Alegre
Horários: de terças a quintas, das 15h às 21h, e sextas, sábados, domingos e feriados, das 12h às 21h
Ingressos: de terças a sextas, R$ 20 (meia-entrada, R$ 10), e sábados, domingos e feriados, R$ 22 (meia-entrada, R$ 11)
Informações: (51) 3012-0075

 
Veja como chegar à exposição


terça-feira, 22 de fevereiro de 2011

DESIGN - Carro movido a AR COMPRIMIDO

Para reduzir a poluição e o CAOS no trânsito: carro a AR comprimido:


Movimento em Defesa da Orla do Rio Guaíba
Porto Alegre RS
Ainda não temos página na internet. Por enquanto acesse os blogs: Porto Alegre RESISTE!, Amigos da Rua Gonçalo de Carvalho e AGAPAN para maiores informações sobre a defesa da Orla do Rio Guaíba.
 
Você está recebendo nossas mensagens por ter manifestado apoio a nossas causas ou por seu nome ter sido indicado por alguém de nosso grupo.
Caso não queira receber nossas mensagens, por favor nos envie um e-mail para que seu endereço seja retirado de nossas listas.
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domingo, 20 de fevereiro de 2011

DESIGN: Um hotel de 15 andares concluído em seis dias....................China

MUITO INTERESSANTE.


Hotel de 15 andares construído em 6 dias na China
Os moradores de Changsha (China) que nos últimos dias não passaram pelo centro da cidade arriscam-se a ter uma grande surpresa: em seis dias, nasceu ali um novo hotel, de 15 andares.


E não é uma estrutura de contraplacado que vem abaixo ao menor sopro.
Trata-se de um edifício moderno, com isolamento térmico e acústico e capacidade para resistir a sismos.
Segredo? Os componentes foram pré-fabricados e depois montados no local no sistema de "Just In Time"

Para ver, utilize o link abaixo:


http://rd3.videos.sapo.pt/play?file=http://rd3.videos.sapo.pt/z8FR5Gf5247tpeEEqJg6/mov/1

terça-feira, 15 de fevereiro de 2011

Produção Cênica - Curso Superior

  Amigos:

É com imensa satisfação que comunico o início das aulas do Curso Superior de Tecnologia em Produção Cênica, ofertado pelas Faculdades Monteiro Lobato, do qual sou coordenadora e idealizadora. As aulas iniciam dia 21 de fevereiro, nos turnos da manhã e da noite. Se estiverem interessados em participar dessa histórica turma (visto ser o primeiro curso superior brasileiro exclusivamente dedicado à formação de produtores de espetáculos artísticos e eventos culturais), informo que ainda é possível fazer o vestibular agendado. Basta entrar em contato pelo telefone 3287-8000. Dúvidas sobre o curso podem ser esclarecidas pelo e-mail producaocenica@monteirolobato.com.br. O curso é bastante acessível financeiramente e a equipe do Monteiro está instruída para informar todos os procedimentos para financiamento.

Sinto-me orgulhosa de estar à frente de projeto tão nobre, com um corpo docente de alta qualificação, numa instituição idônea e que acredita na cultura.  Em dois anos teremos os primeiros produtores cênicos formados em nosso Curso Superior. Estou sinceramente emocionada.

Abraços a todos,
 


Viviane Juguero
Coordenadora do Bando de Brincantes
www.bandodebrincantes.com.br
www.fato.edu.br

segunda-feira, 14 de fevereiro de 2011

EVOLUÇÃO OU NÃO DO CINEMA comparado com tempos idos............PROGRAMA POLÊMICA

Sábado, 12 de fevereiro,  participamos, juntamente com HÉLIO NASCIMENTO, TICIANO OSÓRIO e ROGER LERINA, do PROGRAMA POLÊMICA da RÁDIO GAÚCHA, sempre magnificamente bem conduzido por LAURO QUADROS. O assunto em pauta era sobre a evolução ou não do cinema em relação a tempos idos. Nós da mesa concordamos que sim houve uma evolução ou melhora do cinema, no que fomos ligeiramente desmentidos pelo público.
http://mediacenter.clicrbs.com.br/templates/player.aspx?uf=1&contentID=165563&channel=232


segunda-feira, 10 de janeiro de 2011

"A Rede Social" conquista prêmio da sociedade de críticos dos EUA


CHRIS MICHAUD
DA REUTERS, EM NEW YORK


O filme sobre o Facebook "A Rede Social" manteve sua trajetória de conquistas na temporada de premiações dos EUA e recebeu o prêmio de melhor filme da Sociedade Nacional de Críticos de Cinema dos EUA, além de reconhecimentos a seu diretor, ator principal e roteirista.
Os prêmios aumentam as credencias do filme como um dos favoritos ao Oscar, após já ter sido considerado o melhor filme da temporada por diversos outros prêmios de críticos, incluindo em Nova York, Los Angeles e Boston. A Sociedade Nacional de Críticos de Cinema também elegeu Jesse Eisenberg como melhor ator pela interpretação do fundador do Facebook, Mark Zuckerberg. O diretor David Fincher foi escolhido o melhor da categoria, enquanto o roteirista Aaron Sorkin recebeu o prêmio de melhor roteiro. Giovanna Mezzogiorno foi eleita a melhor atriz por seu papel como amante de Mussolini em "Vincere". Os prêmios de críticos são importantes indicadores antes do anúncio dos indicados aos Oscar pelos integrantes da Academia de Hollywood. O Oscar desse ano será entregue no último domingo de fevereiro.

domingo, 14 de novembro de 2010

domingo, 8 de agosto de 2010

UNB cria a disciplina "Artes e Oficios dos Saberes Tradicionais"

É com grande prazer que compartilhamos essa notícia, publicada por Ana
Lúcia Moura na seção de notícias da Universidade de Brasília. Trata-se de
iniciativa exemplar e inspiradora para os demais regiões do Brasil.
Benki Pianko é um grande especialista brasileiro em reflorestamento.
Maniwa Kamayurá conhece em detalhes as técnicas de construção indígena.
Lucely Pio é capaz de identificar com precisão qualquer planta do cerrado.
Mas o conhecimento de nenhum deles veio das salas de aula. Eles aprenderam o ofício com o avô, com a avó, com o pai, com a mãe. E passam sua sabedoria aos mais novos, aos filhos, aos netos. Agora, vão ensinar o que
aprenderam também aos alunos da Universidade de Brasília.

Benki, Maniwa e Lucely serão professores de uma disciplina de módulo livre
que deve ser inaugurada no próximo semestre: Artes e Ofícios dos Saberes
Tradicionais. Benki, que é mestre do povo indígena Ashaninka, no Acre,
Maniwa, pajé e representante dos povos indígenas do Alto Xingu e Lucely,
mestre raizeira da Comunidade Quilombola do Cedro, em Goiás, vão passar
adiante o conhecimento acumulado durante mais de séculos nas comunidades
onde cresceram e vivem até hoje. Benki e Maniwa são xamãs indígenas,
líderes espirituais com funções e poderes ritualísticos. Lucely é mestre
quilombola.

Além deles serão também professores da nova disciplina Zé Jerome, mestre
de Congado e Folia de Reis do Vale do Paraíba, em São Paulo, e Biu
Alexandre, mestre do Cavalo Marinho Estrela de Ouro de Condado, um dos
tradicionais grupos folclóricos da Zona da Mata pernambucana, que reúne
teatro, dança, música e poesia.

A criação da disciplina, que deve ter carga semanal de seis horas e
depende ainda de aprovação do Decanato de Ensino de Graduação, faz parte
de um projeto de introdução dos saberes tradicionais na universidade.
"Queremos promover um diálogo, uma troca de conhecimentos" , explica o
professor José Jorge de Carvalho, criador e coordenador do projeto e
também dos Institutos Nacionais de Ciência e Tecnologia. "Os mestres que
aqui estarão tem um modo de construir saberes que leva em conta não só o
pensar, que é característico da cultura das universidades, mas também o
fazer e o sentir", completa o professor.

AVANÇO - O professor José Jorge destaca, no entanto, que a introdução dos
saberes tradicionais não é uma negação da forma utilizada pelas
universidades de produzir e transmitir conhecimento. "Pelo contrário. É
uma soma. Sabemos coisas que os mestres tradicionais não sabem, assim como eles sabem muito do que não conhecemos. A universidade pode ser muito mais rica do que é", acrescenta. Cada mestre passará duas semanas na UnB e será acompanhado por um professor na sala de aula. "A universidade pode ser
mais rica do que é e para isso precisa fazer justiça à riqueza de saberes
que existem no Brasil", completa o professor José Jorge.

O diretor do Departamento de Antropologia, Luís Roberto Cardoso de
Oliveira, lembra que a criação de disciplinas de módulo livre, que
permitem aos alunos contato com um conhecimento totalmente fora de sua
área, foi um avanço. "E colocar os mestres frente a frente com os alunos e
ao lado dos professores é uma proposta que vai ainda mais além", comenta.
Para Nina de Paula Laranjeira, diretora de Acompanhamento e Integração
Acadêmica do Decanato de Ensino de Graduação, a iniciativa por si só já
demonstra uma mudança nos modos de pensar. "Precisamos superar o paradigma de que o conhecimento está limitado à comprovação científica", afirma.

TROCA DE SABERES - As bases pedagógicas e antropológicas da nova
disciplina serão discutidas nos dias 15 e 16 de julho, como parte do
seminário internacional que vai tratar da introdução de novos saberes nas
universidades. "O método de transmissão dos mestres tradicionais é
completamente diferente do nosso. O ideal para a raizeira Lucily, por
exemplo, é ensinar caminhando pelo cerrado", explica o professor José
Jorge.

Organizado pelos Institutos Nacionais de Ciência e Tecnologia e Ministério
da Cultura, o Encontro de Saberes vai reunir mestres indígenas e de
atividades folclóricas, professores brasileiros e latino americanos, além
de representantes do Governo Federal. No encontro, serão apresentadas
experiências de universidades de cinco países da América Latina que
desenvolvem projetos de inclusão de saberes tradicionais em seus cursos,
disciplinas e programas de extensão. O seminário, que acontece no
Auditório Dois Candangos, também será uma oportunidade para os novos
professores conhecerem melhor a UnB.

Entre os palestrantes estão o reitor da Universidade Amawtay Wasi do
Equador, Maria Mercedes Díaz, da Universidade de Catamarca na Argentina,
Jaime Arocha, professor de Antropologia da Universidade Nacional da
Colômbia, Carlos Callisaya, coordenador das Universidades Indígenas da
Bolívia no Ministério da Educação boliviano e Maria Luísa Duarte Medina,
que atua em projetos de inclusão dos saberes indígenas nas instituições de
ensino superior do Paraguai. "A presença de cada um deles mostra que a
inclusão dos saberes tradicionais na academia é um movimento cada vez mais
forte", afirma o professor José Jorge.

quarta-feira, 4 de agosto de 2010

quinta-feira, 12 de novembro de 2009

Novo museu da imagem e do som em Copacabana

O novo MIS (Museu da Imagem e do Som) no Rio de Janeiro será construido onde hoje se encontra a boite HELP na Praia de Copacabana. Segundo planejado, deverá ser aberto ao público em 2012. Projeto do escritório nova-iorquino é inspirado no calçadão de Copacabana e abrigará biblioteca, videoteca, café, restaurante, espaço para shows, palestras e até mesmo salas de exibição ao ar livre. O escritório nova-iorquino Diller Scofidio + Renfro, dos arquitetos Elizabeth Diller e Ricardo Scofidio, venceu o concurso de projeto para a nova sede do MIS (Museu da Imagem e do Som) do Rio de Janeiro, que será construída em Copacabana. A escolha foi anunciada no dia 10 de agosto pelo governador carioca, Sérgio Cabral, e pela secretária de Cultura, Adriana Rattes. O custo da obra é estimado em R$ 65 milhões.


Além do ganhador, também foram convidados pelos organizadores do concurso outros seis escritórios: o americano Daniel Libeskind, o japonês Shigeru Ban e os brasileiros Bernardes & Jacobsen, Brasil Arquitetura, Isay Weinfeld e Tacoa Arquitetos. O projeto de Elizabeth Diller e de Ricardo Scofidio propõe a "verticalização" do calçadão de Copacabana para a nova sede do Museu da Imagem e do Som do Rio de Janeiro. O prédio de cinco pavimentos será concebido como se fosse um fole de sanfona na horizontal, com escadas e rampas fazendo o acesso aos andares. Vidros permitirão a visualização interna do museu pelas pessoas que circulam do lado de fora. Internamente, o novo MIS terá salas de exposição fixas e temporárias, biblioteca, videoteca, café, restaurante, espaço para shows, palestras e até um auditório para projeções no topo do prédio, ao ar livre.. Além disso, a edificação também possuirá dois pavimentos de estacionamento e salas reservadas para a administração do museu. De acordo com informações do Governo do Rio de Janeiro, as obras do futuro MIS devem se iniciar em até dois meses e a perspectiva é de que o espaço seja aberto ao público em abril de 2012. O projeto está orçado em R$ 65 milhões, sendo que cerca de R$ 50 milhões virão do Estado e o restante será captado por meio de parcerias privadas. Veja mais imagens do projeto assinado pelo escritório Diller Scofidio + Renfro: